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NSU 390 c.c.

1911

 

A NSU iniciou-se a montar motores Zedel, de proveniência Suíça, em bicicletas, antes de fabricar os seus próprios motores a partir de 1903. Em 1920 começou a sua produção em massa, mas na década de 30 preferiu dedicar-se a motos mais pequenas, embora mantivesse em produção algumas motos de prestígio. Também nesta década desenvolveu motos de competição que tiveram inúmeros sucessos em corridas. Depois da 2ª Guerra Mundial começou a fabricar quadros em aço estampado (ao contrário dos tradicionais quadros tubulares) e assinou um acordo para fabricar e vender na Alemanha a scooter Lambretta. Na década de 50 continuou a fabricar motos de competição, tendo preparado uma que, com uma carenagem bem estudada, bateu o recorde mundial de velocidade para motos de 125cc, atingindo cerca de 210 Km/h.

 

Tendo também fabricado automóveis a partir de 1950, nos anos 60 decidiu-se a fabricar o famoso RO 80 com motor Wankel que, apesar da sua genialidade básica, levou ao desaparecimento da NSU, por ter gasto muitos recursos em tornar tal automóvel fiável.

 

Assim, em 1969 foi vendida à VW/Audi que deixou cair a marca NSU que, durante anos, tivera grande prestígio.

 

A NSU de 1911 do museu terá sido comprada, no início do séc. XX, nos “Estabelecimentos João Garrido”, Porto. Em 1967 é comprada por 700$00 porpor um particular e  João de Lacerda comprou-a, depois, por 1000$00.

 
 

Ficha Técnica

1911

Suiça

Motor 2 cilindros em V – 404cc (59 x 74 mm) - 3 hp

Transmissão por correia trapezoidal

Corrente e pedais para ajudar no arranque e em subidas mais íngremes

Peso: 82 Kg

Velocidade máxima: cerca de 60 Km/h


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